sábado, 17 de dezembro de 2022

porque me tornei Mórmon ou... da Igreja dos Santos e Últimos Dias


Gostava de relatar a minha experiência na Religião. Conhecer, é conhecer o Universo. A religião é a plenitude. A religião... É o infinito. O belo e a grandeza. A religião... É saber. E, antes da religião, temos a Filosofia... A verdadeira sabedoria... Da vida e... Do universo.

Antes da religião, comecei na Filosofia e, ainda hoje, gosto de apreciar a vida, conhecer a vida e... O além. Conhecer os grandes filósofos e o quanto eles amavam a vida!

Os Templos (sempre) foi o meu elo mais forte ou mais fraco: a Casa do Senhor. Ali, está toda a religião, todo o saber e toda a plenitude. 
Através dos Templos, vemos a história do homem, do mundo e do Universo. 

Quando comecei a ver os Templos, da Igreja, algo me "inquietava" e algo me "puxava". Tudo começou com a filosofia. 

Eu queria estar ali. Ali, senti-me plena e concretizada. Aquele lugar, era e é tudo para mim: é o divino, ali. Sentia e sinto uma paz quando estou num Templo. Mesmo num Templo Hindu ou numa Mesquita, sinto a plenitude. Sinto a paz... No meu coração. Gosto desses lugares.

Mas, porquê a Igreja dos Santos e Últimos Dias? Porquê, ao final de tanto tempo, vi a Religião? Porque vi o universo, vi a criação e vi a beleza. Tudo começou com a Filosofia. Com o Saber.

Foi um percurso longo... E difícil. Tudo mudou. Vi o Belo.
O meu Batismo é como se, de repente, nada mais fosse igual. Nada mais seria igual. Agora, estou entre ao Criador... Do Céu e da Terra. Algo "Novo" e "velho" surgiu: os nossos ancestrais, o nosso saber e... a Nossa Religião.

Percorri muitos caminhos mas, nenhum deles, me preencheu tanto como este lugar: os Templos Mórmon"s. Uma paz se emana dentro de mim. De repente, sou pequena para a dimensão do Criador. Do Grande Arquiteto. Do Grande Construtor do Céu e da Terra. 

Muitas coisas surgiram, mesmo depois do meu Batismo. Tudo é vida. Mas, o olhar continua nos Templos. Aquele lugar... Aquela obra. Tudo mudou, para mim. Já não sou a mesma.

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

O lado feminino


O seu lado feminino foi substituído pelo seu lado "macho". De uma sociedade patriarcal, passou a uma sociedade sem sexo onde tudo é relativo e nada é definido.

Após a Cristandade, o conceito da Mulher foi totalmente"deturpado" e "manipulado" a proveito do fanatismo religioso e político. Nem o próprio Cristo assim definiu! Gradualmente, á mulher foi-lhe retirados diretos e passou a ser, somente, um produto de fazer "ninhada de coelhos".

Gosto de me sentir rodeada de mulheres e sinto orgulho e honra de poder trabalhar pela Grande Obra na verdadeira natureza feminina e não numa "natureza" criada pelo homem (patriarcal) e por mentes que se acham "brilhantes", reduzindo a mulher a (quase) escrava de si e de outros.

Monogamia/Poligamia

A monogamia é e será sempre o "caminho" mais perfeito. Tudo o resto, pode ser, ou não, discutido ou, até mesmo, "tolerado" em determinados casos, conceito e realidade social.

Não julgo o "caminho" poligamico. Tanto serve para homens como para mulheres. Cada um saberá o melhor caminho que definiu.
No entanto, é sempre bom realçar que, nem sempre, a poligamia poderá ser praticada como algo "oficial".

O que, atualmente, precisamos, é de uma redução da humanidade pois, em muitos casos, o seu aumento populacional não corresponde com a melhoria de condições da sociedade.


Não adianta discutir se é um conceito aceite, ou não, pelos Livros Sagrados porque, os mesmos Livros, são contraditórios na sua definição sobre esse assuntos. 

O importante é perceber a BELEZA e GRANDEZA do casamento monogâmico que se torna mais enriquecedor e "santo".

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

amor conjugal


Amor conjugal é, também, sermos amigos, brincalhões, divertidos... Enfim... Ser tudo num só.

domingo, 4 de dezembro de 2022

recuperar da dependência sexual

David e a recuperação da dependência sexual

Recuperação da dependência de droga

Preston sobre a sua recuperação

o cálice e o olho que tudo vê.

época medieval



Deus é a fonte...

arquitetura romana

arquitetura islâmica


Mundo egípcio

sinais da vida


Faça de cada pedra de tropeço, um degrau de tua ascensão;

De cada obstáculo com que se defronta, um sinal de advertência;

De cada reincidência no mal, um alerta para que se mantenha mais vigilante;

De cada deslize, uma lição que se repete para que não esqueça a sua própria fragilidade;

De cada desilusão, um convite à realidade;

De cada lágrima, uma lente com que consiga divisar melhor o caminho;

De cada ofensa, uma nova oportunidade de aprender a se superar;

De cada sofrimento, uma exortação para que se fortaleça na FÉ;

De cada mágoa recebida, um exercício de esquecimento de si mesmo;

De cada crítica, o incentivo ao trabalho em que deve se aperfeiçoar;

De cada ingratidão, o estímulo à prática do bem desinteressado;

De cada sentimento de culpa, a valorização da virtude!

Irmão José - Psicografia de Carlos A. Baccelli
Do livro “Dias melhores“

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Castidade

Um jovem, homem ou mulher, quer "viver a vida" e, naturalmente, que, falar de castidade, pode não "encaixar" na cabeça deles/as.

Os jovens irão amadurecer e perceber o Valor da Grandeza. Tudo a seu tempo.
Eu, própria, tive as minhas aventuras e desventuras. Faz parte do processo da evolução. Nada é estático. Tudo é vida. Mas, quando vi a Religião, vi o Belo e a Grandeza.

As vezes, é preciso "conhecer" as profundezas do abismo para percebermos o Valor da Grandeza. As coisas existem por algum motivo e, o abismo, em determinadas situações, é, somente, para te ajudar a dares o "salto na vida". Veres a luz no fundo do túnel. No entanto, que o abismo não seja a tua vida mas o "caminho " para "dares o salto". Para veres a Luz.

Não gosto de ser "fanática" nestes temas pois, no mundo em que vivemos, falar de castidade é "conversa da avozinha".  É ser "antiquado". 

A Religião (ISUD) quando trata da Castidade/Vergindade, não é para no nosso mal. Mal seria afirmar: <curte para aí. Namora e desfrutar.> Isso não seria Religião.
A Religião é, apenas, um guia que te oriente para o Belo e Puro. Não deves fazer da Religião como o único "caminho" para a sobrevivência. Isso seria fanatismo. Devemos, sim, tornar a Religião suave, como uma pena e justa, como um martelo que quer o teu bem e que possas conhecer a Beleza... A grandeza o Infinito.

É, sempre, possível amar.

Para Deus... Para o Supremo Criador, o passado não existe. Existe, somente, o presente. O que aconteceu, no passado, entre ti e a outra pessoa, é assunto teu e dele/a. O importante é o agora e conhecer o Belo e a Grandeza.

Sou da opinião que devia haver mais encontros entre jovens (solteiros): sair, partilhar ideias, conhecer as pessoas, ir a um bar de Rock ou Jazz, etc,  é uma forma de não estarmos, sempre, "focados" no "pecado" e nos "vícios". Falar, sempre, de Castidade, nem, sempre, nos ajuda. É bom desviar o assunto e... falar da vida!

O conhecer pessoas, sair com um grupo de amigos/as, torna-nos mais maduros, conscientes e preparados para o Mercado e para a Vida. O conhecer pessoas, serás capaz de tomar as decisões certas e teres quem amas. 

Não quero ser "fanática" nestes assuntos.
É bom (re)lembrar que existe o Belo e a Grandeza e é possível "mantermos o foco".

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Vida da minha vida...

Ser Testemunha

Ser da ISUD não é para todos. É um trabalho árduo. Requer amor às escrituras e muita fé... Em Deus.... No supremo criador do universo. 🙏❣️

A beleza deve ser um princípio dos Santos e Últimos Dias. A natureza, também, deve ser a nossa casa divina. O lado Pagão da vida é fundamental para percebermos a beleza e a sensibilidade do Mundo e do Universo. O quanto a criação é bela.

Jesús, antes de mais, implementava o amor. Antes de falar em cristianismo, que só veio depois dele, ele apregoou o amor. O cristianismo foi um conceito criado pelo homem, não por Jesus. Não significa que seja mau, o conceito cristão mas, antes de mais, Jesus foi para as pessoas, não para as religiões. Foi por causa do amor de Jesus que milhões o seguem... Segamente.

Um membro da ISUD não deve ser "cego" e "fanático". Deve ser para as pessoas, tal como foi Jesus. Um membro da ISUD deve servir todo o cristianismo sem querer nada em troca.

Orar para o Pai Celestial


Orar para o pai celestial,
Um caminho tão simples e que poucos fazem.

Gosto da forma como os muçulmanos vêm Deus: simples. De joelhos, em humildade perante o Criador do céu e da terra. Uma ligação única e simples com Deus. Ali, não existe outro santo de não nós e o criador. Não há outra devoção se não essa. 
Certo que falar de Islão, na verdade, estamos a falar de outra comunidade religiosa (não cristã). O próprio Jesus afirmou que <na casa de meu pai há muitas moradas>. A religião não vai muito longe desse processo: muitos caminhos até Deus... Ao Supremo criador do céu e da terra. Ao Grande Arquiteto.

Um cristão da restauração pode e deve aprender com um muçulmano na sua conduta perante Deus e na sua entrega ao pai celestial. Perceber que, mesmo no meio de tantas diferenças e divisões, há sempre algo que nos une e nos enaltece.

Nunca é tarde em ver a beleza das Mesquitas e o quanto o Criador nos ama e quer o nosso bem.

Ser Missionário

Ser Missionário SUD é de grande responsabilidade e um grande benefício que Deus dá.

Na verdade, quando sabemos o verdadeiro significado de ser Missionário dos Santos e Últimos Dias, vemos que somos soldados de Cristo e defensores da cristandade. Homens e mulheres que sentem paixão e dom para servir.

Um missionário dos Santos Últims Dias serve todo o cristão e os que não são cristãos (muçulmanos, judeus, hindus, etc). Jesus veio para servir pessoas e não para servir religiões. A religião é um processo segundário. O serviço, é um processo primário, tal como Jesus quis e fez.

Um missionário SUD deve ser como um Templário que está na linha da frente para servir as comunidades cristãs (ortodoxos, protestantes, católicos e anglicanos) e defender toda a tradição cristã.
Um missionário SUD deve ter orgulho e honra por levar, diante de si, um povo que pode ver e "experimentar" Jesus e Deus: os povos nativos. Através destes povos, podemos ver o "poder dos dois" entre a Bíblia e O Livro Mórmon - Outro Testamento de Jesus Cristo. O livro Mórmon é apenas um complemento para termos a convicção que Jesus e Deus existiram e existem. As dúvidas foram substituídas pela certeza e a nossa mente passou a ficar mais clara.

Aos missionários: sejam tão orgulhosos e tão humildes na defesa da cristandade e na ajuda a todos os povos (sem destincao de religião).

casamento...


Casamento, é (sempre) um momento importante ou, pelo menos, deveria.

O mundo em que vivemos - a tecnologia, trabalho, etc, nem tempo existe para pensar em casar. O que se quer é viver juntos sem compromissos onde, a qualquer momento, cada um pode seguir a sua vida.
Os excessos do passado, onde o homem "dominava" tudo, a mulher tornou-se cada vez mais independente e "livre" acabando por não pretender um compromisso sério, com o homem. Na verdade, apenas quer "estar junto" e deixar "fluir". Um outro excesso que nos deparamos. 
Não existe sentido de COMPROMISSO, de PARTILHAR a vida com alguém. O que existe é "curtir".

Naturalmente, que fomos jovens e, muitos de nós, só aderiu á fé em adulto. Até, lá, queríamos "viver a vida". Noutro texto, irei abordar a Castidade/Pureza do homem e da mulher em quanto namorados.

Como membro da ISUD, devemos ter a capacidade de abordar o casamento de forma tão, simples e, ao mesmo tempo, tão moderno e "descontraído".
Como membros da ISUD, deveríamos criar grupos para casais e namorados não Mórmon's de forma a discutir/debater a importância do casamento, todo ele que seja: civil ou/e religioso.

Casar é, essencialmente, partilhar a vida com alguém. Amar essa pessoa, independente das circunstâncias. Casar, não é só ter filhos. É, a cima de tudo, dois corpos se unirem.

O Hinduísmo esclarece, muito bem, a vida sexual de um casal que deve ser "aprofundado" e que, cada um, possa amar o corpo do outro sem pudor e complexos, desde que perceba a Doutrina da ISUD a respeito de certas práticas sexuais.
Um casal pode e deve amar o corpo do outro/a: conhecer o seu corpo, perceber as suas paixões e loucuras, etc. Saber o que mais prazer lhe dá é, na verdade, um princípio divino. Tudo é obra da criação divina e, o prazer, faz parte dessa criação.

O casal deve conhecer tão bem o sexo como conhece a plenitude divina.

Templo de Salomão

Por dentro do Templo