Casamento, é (sempre) um momento importante ou, pelo menos, deveria.
O mundo em que vivemos - a tecnologia, trabalho, etc, nem tempo existe para pensar em casar. O que se quer é viver juntos sem compromissos onde, a qualquer momento, cada um pode seguir a sua vida.
Os excessos do passado, onde o homem "dominava" tudo, a mulher tornou-se cada vez mais independente e "livre" acabando por não pretender um compromisso sério, com o homem. Na verdade, apenas quer "estar junto" e deixar "fluir". Um outro excesso que nos deparamos.
Não existe sentido de COMPROMISSO, de PARTILHAR a vida com alguém. O que existe é "curtir".
Naturalmente, que fomos jovens e, muitos de nós, só aderiu á fé em adulto. Até, lá, queríamos "viver a vida". Noutro texto, irei abordar a Castidade/Pureza do homem e da mulher em quanto namorados.
Como membro da ISUD, devemos ter a capacidade de abordar o casamento de forma tão, simples e, ao mesmo tempo, tão moderno e "descontraído".
Como membros da ISUD, deveríamos criar grupos para casais e namorados não Mórmon's de forma a discutir/debater a importância do casamento, todo ele que seja: civil ou/e religioso.
Casar é, essencialmente, partilhar a vida com alguém. Amar essa pessoa, independente das circunstâncias. Casar, não é só ter filhos. É, a cima de tudo, dois corpos se unirem.
O Hinduísmo esclarece, muito bem, a vida sexual de um casal que deve ser "aprofundado" e que, cada um, possa amar o corpo do outro sem pudor e complexos, desde que perceba a Doutrina da ISUD a respeito de certas práticas sexuais.
Um casal pode e deve amar o corpo do outro/a: conhecer o seu corpo, perceber as suas paixões e loucuras, etc. Saber o que mais prazer lhe dá é, na verdade, um princípio divino. Tudo é obra da criação divina e, o prazer, faz parte dessa criação.
O casal deve conhecer tão bem o sexo como conhece a plenitude divina.
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